terça-feira, 25 de junho de 2013
REVELA-TE NA RETIDÃO
Você dizia que era miragem
Achava que era ilusão
Supunha fosse fantasia
Não queria que fosse uma revolução...
Revela-te na retidão
Da geometria quântica
Consagrada na imensidão
Dos dias em movimentação...
Para constar o ócio
O cio quando divino
Tem seu próprio hino
No momento de louvor...
Ao mais caro sentimento
De gratidão pelos momentos
Nada lidos – tidos sim
Como intuição do que há de vir...
O homem agradece aquilo
Que se perdeu no tempo
Mas que permanece aceso
No coração da gente.
Achava que era ilusão
Supunha fosse fantasia
Não queria que fosse uma revolução...
Revela-te na retidão
Da geometria quântica
Consagrada na imensidão
Dos dias em movimentação...
Para constar o ócio
O cio quando divino
Tem seu próprio hino
No momento de louvor...
Ao mais caro sentimento
De gratidão pelos momentos
Nada lidos – tidos sim
Como intuição do que há de vir...
O homem agradece aquilo
Que se perdeu no tempo
Mas que permanece aceso
No coração da gente.
segunda-feira, 24 de junho de 2013
terça-feira, 18 de junho de 2013
Brecht,
Brecht,
e o teatro da revolta
Quando Bertolt Brecht
morreu, em Berlim no dia 14 de agosto de 1956, diversos intelectuais alemães ocidentais,
entre eles Günther Grass, criticaram-lhe o mutismo quando do levante operário
anti-soviético de 1953. Cobraram-lhe uma atitude mais coerente com sua obra.
Ele, afinal, ao longo de mais de trinta anos de ação como dramaturgo e poeta,
sempre se batera pelo proletariado, coisa que não ocorreu quando os habitantes
de Berlim oriental insurgiram-se contra os tanques do Exército Vermelho. Brecht
definitivamente envelhecera, concluíram então.
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